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Auditoria aponta diferença de R$ 36,6 milhões no orçamento da gestão João Batista para conclusão de obras

Uma auditoria identificou uma diferença de aproximadamente R$ 36,6 milhões entre os recursos previstos na Lei Orçamentária de 2025 e o valor estimado para a conclusão de obras que já estavam em andamento ao final de 2024, durante a gestão do ex-prefeito João Batista da Silva.

De acordo com o relatório, diversas obras públicas iniciadas na administração anterior ainda possuíam cerca de R$ 68,3 milhões em serviços a serem executados. No entanto, o orçamento de 2025 previa aproximadamente R$ 31,7 milhões para a continuidade desses empreendimentos, resultando na diferença apontada pela auditoria.

Entre as obras mencionadas estão a pavimentação de ruas e estradas, construção e reforma de Unidades Básicas de Saúde (UBSs), construção da Delegacia Regional, revitalização da Fábrica da Cultura e do Clube Literário, obras do conjunto habitacional Tenentes VI e a construção da nova sede da Assistência Social.

Segundo a auditoria, a previsão orçamentária para obras em andamento deve observar normas de planejamento e orçamento público, que orientam a garantia de recursos para a continuidade dos contratos até sua conclusão.

O relatório também aponta que a diferença identificada pode exigir ajustes na programação financeira do município para assegurar a continuidade das obras e evitar impactos nos cronogramas de execução.

Ex-prefeito comenta processo em vídeo publicado nas redes sociais

Em outro tema, o ex-prefeito João Batista da Silva publicou um vídeo em suas redes sociais comentando um dos processos em que figura como investigado, apresentando sua versão dos fatos.

Conforme informações dos autos, o ex-prefeito responde a ações de improbidade administrativa e a uma ação criminal que seguem em tramitação.

A decisão judicial mencionada no vídeo refere-se a um processo específico iniciado em 2018 e, até o momento, não possui caráter definitivo. O caso ainda pode ser objeto de recurso e análise pelas instâncias superiores.

Até o momento, os processos permanecem em tramitação, sem decisão final da Justiça